Ricardo Fernandes Mena
Bloco de Notas | sobre marcas, emoções e comunicação | criado na sequência do Doutoramento pela Universidade de Vigo na área de Comunicação e à Docência na área de Marketing no IPAM.Arquivo para Relações Públicas
Um exemplo prático do poder das redes sociais 2.0
Logo após por o último post, surgiu-me este caso de Paul Potts, um desconhecido e timido vendedor de telemóveis que após participar e vencer no “Britain Got Talent” cantando uma ópera celebrizada por Luciano Pavarotti se tornou um campeão de vendas e de visualizações no não menos celebre You Tube.
Para os mais cépticos consultores e responsáveis de comunicação, fica um exemplo.
Nota final: vale a pena mesmo ver com atenção pois além de comprovar a força e dinâmica das redes sociais 2.0 é de facto marcante a sua interpretação e ainda mais sustenta a capacidade de acreditar nos nossos sonhos. Mesmo sem perceber italiano, estou certo que no minimo é arrepiante para todos.
FNAC
A final do programa foi vista por 13.5 milhões de pessoas, Paul Potts deixou júri e público completamente estupefactos e levando mesmo algumas pessoas às lágrimas. Este fenómeno chega a Portugal já no dia 12 de Outubro para simplesmente encantar e tocar na alma dos Portugueses, como tem feito em todos os países que já visitou nesta sua primeira Tour promocional. Paulo Potts já chegou a Nº1 de vendas na Austrália, UK, Nova Zelândia, Dinamarca, Irlanda, Noruega.
As diferenças entre as Relações Públicas do Sec. XX e XXI – não estaremos sozinhos!
O consultor Ivan Pino apresenta de uma forma original as principais diferenças de comunicar no sec XXI e dos suportes mais adequados para os fazer. A globalização da comunicação tem fomentado a massificação na forma de comunicar aumentando a capacidade de interacção.
Hoje não falamos só na pessoa mas em tudo o que a circunscreve. Falamos em redes sociais como o facebook ou hi5 e é esta envolvente que temos de analisar, definir e avaliar. Será que para um determinado público um investimento em outdoors com elevados custos terá mais impacto do que ter uma presença no hi5?
Hoje numa empresa não podemos encarar que estas circunstâncias só se adequam para o lazer ou para distracção fora de horas. São de facto suportes que devem ser incluidos no mix de comunicação da empresa.
O essencial mantêm-se e ira manter-se sempre: quem é o cliente? como vive e respira? onde está? como interage?