Ricardo Fernandes Mena

Bloco de Notas | sobre marcas, emoções e comunicação | criado na sequência do Doutoramento pela Universidade de Vigo na área de Comunicação e à Docência na área de Marketing no IPAM.

Arquivo para Comunicação Interna

As pessoas como seres humanos, teoricamente fundamental mas realisticamente uma excepção – conclusões tesina

Na sequência da percepção da necessidade de melhorar o processo de comunicabilidade em qualquer empresa/organização a CI correcta é da maior importância, mas tem de haver inovação, rigor, coerência e continuidade. Em termos da percepção das necessidades, como acção da maior utilidade para preparar a Estratégia de Comunicação de uma empresa, sabe-se que comunicação incorrecta com o pessoal pode provoca problemas, destacando-se:

• Desconhecimento dos objectivos gerais da empresa;
• Fraca percepção das exigências dos clientes (consumidores);
• Pouca atenção à concorrência;
• Reduzido envolvimento na compreensão, e sequente prática, da empresa se empenhar na qualidade total;
• Fraco empenhamento no mundo laboral da empresa, devido a baixo moral, pouco interesse em colaborar na inovação e no aumento de produtividade.

A Comunicação Interna permanente nas empresas, embora esteja a ser estudada em qualificações académicas dos ciclos nível de licenciatura, mestrado e doutoramento, e no âmbito da formação profissional realizada em algumas empresas de sucesso, ainda está longe do necessário para produzir efeitos positivos generalizados. Os gestores precisam de comunicar para evitar que os trabalhadores da empresa saibam o que se passa por outras fontes. “Comunicar é empenharmo-nos e empenharmo-nos é assumirmos as responsabilidades”.

Como a Responsabilidade Social pode motivar a admiração por uma marca: o caso Iberdrola

IV Convenio Colectivo de Iberdrola

Iberdrola se ha convertido, gracias a la aprobación del IV Convenio Colectivo de Iberdrola Grupo, en la primera compañía del IBEX-35 en implantar la jornada de trabajo continuada, una medida que representa un nuevo avance en el ámbito de la conciliación de la vida personal y laboral de sus empleados. Este Convenio ha sido apoyado por el 92,35% de la plantilla de Iberdrola y consolida la apuesta responsable de la Compañía por ser un referente en la calidad de vida de las personas.
Según recoge el Plan Estratégico 2008-2010 de IBERDROLA, presentado la pasada semana por el Presidente de la Compañía, Ignacio Galán, la conciliación será uno de los ejes fundamentales de la política de Recursos Humanos de la Empresa. En virtud del IV Convenio Colectivo, los empleados de la eléctrica disfrutarán de una jornada flexible que se desarrollará entre las 7.30 horas y las 15.30 horas, con una horquilla de entrada y/o salida de 24 minutos. Además de mejorar la calidad de vida de los profesionales, que dispondrán de más tiempo libre, la medida favorecerá el incremento de la productividad de la Compañía, gracias a un aumento global de 500.000 horas de trabajo.
Para Iberdrola, la familia representa uno de los pilares esenciales en los que se sustenta el progreso social y económico. Conscientes de ello, la Compañía cuenta con una avanzada política para conciliar la vida personal y familiar, especialmente en los aspectos dirigidos a hacer compatible la maternidad con una carrera profesional de éxito. A través de esta firma, se amplían las medidas existentes con propuestas vanguardistas y que van más allá de la legislación vigente. En este sentido, cabe destacar aspectos como:
- La ampliación de 8 a 10 años de la edad de los hijos menores que dan derecho a la reducción de jornada por guarda legal.
- La subida a 3 años del período máximo de excedencia por cuidado de familiares con reserva de puesto.
- La adecuación de la organización para que los trabajadores a turnos puedan disfrutar de sus derechos de conciliación.
- La implantación de un complemento de hasta el 100% del salario fijo durante la suspensión del contrato por paternidad
- El mantenimiento, fuera de Convenio, tanto de la posibilidad de reducir la jornada a cinco horas diarias sin disminución alguna de salario, durante el periodo que va desde la incorporación de la baja maternal hasta que el hijo cumpla 1 año de edad, como los 15 días de permiso retribuido antes del parto.
Entre las líneas de actuación de nueva implantación recogidas en el IV Convenio Colectivo de Iberdrola Grupo figuran, además, beneficios para el personal de turnos, gracias a los cuales este colectivo acumulará dos días de permiso retribuido por cada año trabajado en turno cerrado, de forma que podrán adelantar su jubilación. Por último, otra de las ventajas del acuerdo, que tiene una duración de cuatro años (2007-2010), será la aplicación de un nuevo sistema retributivo ligado a la productividad, de forma que se tendrán en cuenta tres elementos: la evaluación del desempeño personal, el grado de consecución del beneficio neto objetivo de la Empresa y la formación del empleado en prevención de riesgos laborales.

Plan sobre Acciones para empleados
Asimismo, se ofrecerá un nuevo Plan sobre Acciones para todos los empleados afectados por este acuerdo. Esta iniciativa busca fortalecer su participación en el capital de Iberdrola, que cuenta con otros precedentes, ya que ha ofrecido en los últimos tres años a sus profesionales la posibilidad de recibir parte de la retribución variable en acciones en condiciones ventajosas.
Gracias a la firme apuesta por estar a la vanguardia en las políticas de Recursos Humanos, Iberdrola se ha convertido en 2006 en la primera compañía eléctrica española en recibir el certificado de Empresa Familiarmente Responsable, según la Norma 1000-1, otorgado por la Fundación + Familia y apoyado por el Ministerio de Trabajo y Asuntos Sociales.Este certificado, cuyo periodo de validez es de tres años, reconoce a las entidades que más contribuyen a la conciliación de la vida personal y laboral, a través de la valoración de distintos factores como la estabilidad en el empleo, la flexibilidad de horarios o el apoyo a la integración, a la familia y a la igualdad de oportunidades.

“How business are using Web 2.0” – Estudo McKinsey

A reputada empresa de consultoria McKinsey publicou um estudo realizado a cerca de 3000 empresários sobre a importância da comunicação 2.0.

O investimento nas empresas é especialmente vocacionado para ferramentas colaborativas que permititão um lehor fluxo de comunicação interna e de envolvimento com a missão da empresa.

Ver estudo

A tecnologia como factor critico de sucesso para uma comunicação interna eficaz

Interessante esta apresentação sobre a utilização de novas tecnologias para melhorar e centralizar a comunicação dentro da empresa. Assim, não bastará uma excelente estratégia para conseguirmos envolver as pessoas na missão da empresa porque está dependente da sua capacidade de implementação.

Hoje em dia as novas tecnologias permitem além de rapidez e capacidade de adaptação, custos de investimento competitivos que permitem ser um suporte essencial ao acompanhamento de toda o fluxo de informação da empresa.

Responsabilidades da Comunicação Corporativa – ensaios

Um dos autores investigados sobre o tema da Comunicação Corporativa, Riel , caracteriza como principais responsabilidades da comunicação corporativa:

+ Desenvolver um perfil consistente da organização por detrás da marca;

+ Desenvolver iniciativas que reduzam as diferenças entre a identidade e a imagem desejada, convergindo na interacção da estratégia, Imagem/identidade;

+ Organizar a comunicação, desenvolvendo e implementando directrizes que coordenem toda a comunicação interna e externa, dirigindo e disciplinando a comunicação na prática.

Interessante a sua descrição que numa primeira análise parece uma definição comum da responsabilidade da comunicação corporativa.

No entanto, numa visão mais detalhada podemos constatar que coloca em nível de igualdade a comunicação interna e a externa, os clientes internos e externos e isto não é comum em vários investigadores.

A comunicaçao interna será então a base de uma boa comunicação externa? dependem uma da outra? qual a mais importante?

A gestão moderna de pessoas segundo Chiavenato

Estamos face a uma moderna Gestão de Pessoas, que segundo Chiavenato , se baseia em três aspectos fundamentais:

1. As pessoas como seres humanos. Cada pessoa é um ser único, particular, com uma vivência passada e presente, que se reflecte no seu saber diferenciado, no seu conhecimento, habilidades e competências. Características estas essenciais essências á correcta gestão dos recursos organizacionais, em que são consideradas como pessoas e não como recursos organizacionais.

2. As pessoas como actuadoras inteligentes de recursos organizacionais. As pessoas são elementos capazes de dotar a organização de inteligência, talento e aprendizagem, de a impulsionar, de a dotar de uma constante renovação e competitividade, face a um ambiente repleto de mudanças e desafios. As pessoas são fonte de dinamização e impulso, não são parceiros inactivos, imóveis e apáticos.

3. As pessoas como parceiros da organização. A mais-valia das pessoas, é sem dúvida a capacidade destas em conduzir a organização ao sucesso. Ao serem consideradas parceiras, as pessoas investem na organização com esforço, dedicação, responsabilidade, comprometimento, com o fim de conseguirem retorno do que investiram, como salários, incentivos financeiros, ajudas de custo, ascensão hierárquica. A medida do retorno é muito importante, se tivermos em conta que existe um nexo de relação, entre incentivo para fazer, com recompensa boa e sustentável.

Na minha opinião, não serão estes os elementos essenciais de sempre para construir uma relação sólida com as pessoas que encarnam a marca da empresa todos os dias?

Será que existe uma gestão moderna como nos fala Chiavenato? acho sinceramente que não.

O que indica como fundamental é do meu total acordo mas deveremos reconhcer que as empresas que mais admiramos (e que podem não ser as mais conhecidas…) partilham certamente estes valores para com as suas pessoas, que são mais que recursos, mas o centro da sua atenção, do seu valor.

Isto não é somente uma opinião. É aquilo que vivo todos os dias e que tem sido confirmado várias vezes por vários autores na minha investigação da tese.

De facto, outra coisa será por em prática todos os dias mantendo a motivação em torno da marca efectiva, apaixonante e partilhada com todos que são diferentes.

Razões para as empresas criarem um blog corporativo

Interessante os pontos essenciais focados pelo consultor de comunicação, Ivan Pino, sob as razões que as empresas devem ter em conta para as vantagens de ter um blog corporativo.

Transcrevo assim as 14 razões do autor:

Difusión de ideas y contenidos.
Se considera al blog como un medio añadido de difundir informaciones interesantes para la empresa. Su eficacia se mide en número de visitas al sitio y de entradas posicionadas en los buscadores.

Orientación hacia el liderazgo.
La aproximación de una empresa a la blogosfera se entiende ahora como una apuesta de vanguardia, que se refleja en un incremento de la atención y cobertura mediática (dentro y fuera de la Web).

Creación de una comunidad.
La participación de la empresa en la Web Social le permite identificar e interactuar en la Red con las personas que conforman y determinan sus medios de desarrollo.

Puede sustanciarse en una red social estilo Facebook, tan exitosa como numerosos sean sus miembros. Aunque también se mide por la cantidad de enlaces y comentarios que reciba el blog.

Incremento de ventas.
Se espera que la comunicación desplegada desde una bitácora incida positivamente en los ingresos de la empresa, al igual que la publicitaria. Aquí, mandan los balances comerciales.

Información rápida a los clientes.
Se valora la agilidad y versatilidad que brinda Internet para informar a los usuarios de un sitio web, en este caso, clientes actuales y potenciales.

Posicionamiento en buscadores.
El mantenimiento de una bitácora genera contactos y contenidos (enlazables y etiquetables) que favorecen el acceso al sitio web corporativo desde los buscadores. Basta con teclear sus palabras clave (marca, sector, servicio,…) en Google para comprobar esa eficacia [comparar antes y después de publicar el blog].

Aumento de enlaces.
Los contenidos de un blog están orientados a ser compartidos, comentados y agregados. Todo ello genera enlaces con el sitio web que incrementa la accesibilidad de la marca en Internet. Puede controlarse en buscadores como Technorati o analizando el contador de visitas.

Obtención de subscriptores.
Los blogs cuentan con direcciones feed que facilitan la subscripción a sus actualizaciones mediante lectores RSS y correo electrónico. Es un mecanismo útil para potenciar las relaciones de una empresa con sus interlocutores. Aplicaciones como FeedBurner permiten seguir la evolución del número de subscriptores.

Recogida de sugerencias sobre productos.
Los comentarios a los artículos de una bitácora corporativa son canales abiertos a las propuestas de los clientes. Puede y debe explorarse ese camino sin miedo al debate (siempre que sea educado y respetuoso). En este punto, el examen pasa por el número de opiniones recibidas.

Atención al cliente.
Igualmente, una bitácora de empresa bien puede hacer las funciones de su servicio de atención al cliente en la Red. Las respuestas publicadas pueden, además, resolver ya las preguntas de otros usuarios. Aquí, la nota depende del volumen de consultas atendidas.

Relación con los Medios
Una bitácora corporativa constituye una excelente sala de prensa virtual, donde pueden ponerse las herramientas 2.0 al servicio de la información periodística. Al estilo de SHIFT: post noticiosos, imágenes en Flickr, videos en Youtube, antecedentes en del.icio.us, perfiles en LinkedIn, subscripciones RSS, etiquetas de Technorati… El clipping dictaminará su éxito.

Respuesta a las críticas
La existencia de un blog corporativo bien gestionado puede canalizar el descontento hacia la empresa de manera productiva para su imagen pública, en la medida en que resuelva adecuadamente las críticas publicadas en los comentarios.

Registro de clientes.
Una bitácora también puede ayudar a poner caras y ojos al cliente, más allá de los perfiles estadísticos, invitándole a participar, registrándose, en el desarrollo de sus contenidos. El número de clientes subscriptores determina el alcance de este objetivo.

Gestión de Crisis
Por último, el blog corporativo ofrece a la empresa un canal eficiente para defender públicamente sus argumentos cuando sucede algún evento, noticia o rumor que pueda perjudicar su reputación. Las hemerotecas, de bites y papel, darán cuenta de su eficacia.

E quais serão as desvantagens? que dificuldades terão as empresas perante as circunstâncias do que a web 2.0 implica na forma de comunicar das empresas onde o cliente ou internauta tem a capacidade e autonomia de opinar e assim poder ou não ser uma posição positiva da reputação da empresa?

Como investigadores e especialistas, deveremos antes de mais verificar se este ou outro suporte se enquadra na estratégia de comunicação da empresa e se neste caso de um enquadramento 2.0 se possui a estrutura capaz de lhe responder e de garantir equidade, rigor e imparcialidade na forma de encarar criticas positivas e negativas do meio envolvente.

É neste sentido que a comunicação interna pode ser um excelente elemento de aglutinar e testar de interagirem com os seus públicos e por que será que só falamos em cliente externos e nos esquecemos que são as pessoas que todos os dias personalizam a nossa marca e que são elementos decisivos de como os outros conhecem a nossa empresa.

A comunicação interna 2.0 é essencial para tudo aquilo que falamos acima.

Os Blogs Corporativos na Web 2.0

Interessante, útil e de fácil acesso o livro “Manual de Uso del Blog en la Empresa, cómo prosperar en la sociedad de la conversación” de Alberto Ortíz de Zárate Tercero que explica a sua pertinência na era da comunicação 2.0 onde o internauta tem intervenção directa na comunicação, onde pode opinar e ser também um veículo de comunicação.

Como refere o autor na sua introdução, “Las empresas han llegado tarde a este movimiento, pero, por fin, han llegado. Las posibilidades que se les abren son inmensas, si bien para aprovecharlas será necesario un cambio de mentalidad hacia organizaciones más abiertas, más transparentes, más colaborativas. Hacia organizaciones que conversan.”

Faça o download abaixo.

Manual de Uso del Blog en la Empresa
E-book está publicado por Infonomia com licença Creative Commons.

Que impacto terá a comunicação interna na notoriedade da marca?

Uma interrogação que será a minha durante os próximos meses.

Esta será assim o tema da minha Tesina que pretende investigar e dar algumas respostas sobre o impacto da comunicação dentro das instituições influencia positivamente ou negativamente a reputação da empresa. Este é um temo algo complexo de explorar face às naturais limitações de conhecer com exactidão a opinião de cada pessoa interna, mas que pela experiência profissional é decisiva para o sucesso de qualquer estratégia de comunicação.

Sendo o “amor à camisola” algo que se diz inexistente nos nossos dias, acredito que terá de ser pelo reforço do sistema de pertença à marca da empresa, aos seus valores e missão que se poderão conseguir resultados na influência de que cada pessoa tem na decisão de compra do outro.

Muitas vezes, começamos uma estratégia por ver o exterior e esquecemos que serão os clientes internos que irão representar e personalizar a marca no dia a dia, e por isso decisivos para com quem a contacta.

Irei também abordar um estudo de caso de forma a poder ter uma noção prática de como tudo se conjuga para uma boa ou má estratégia.

Aceito ideias, sugestões e tudo aquilo que poderá contribuir para a minha investigação que pretende também ajudar as empresas a criar métodos e ferramentas mais transversais de comunicação.

Até breve!

Que utilidade poderão ter os Blogs na comunicação das empresas.

Após várias análises e discussão sobre este tema, deixo abaixo um documento que me parece muito conciso mas compelto sobre o tema. Indica também vários casos de empresas que rentabilizaram a ferramenta para melhor comunicar com os seus cliente internos e externos.

SUMÁRIO

Weblogging, also known as blogging, is an online phenomena providing the opportunity for employees at all
levels of an organization to communicate with each other and to form communities around products, projects, and
similar interests. As the technology has matured, many examples of successful blog implementations have surfaced
and best practices have evolved. Likewise, several missteps have been made along the way which serve as
learning opportunities.

This paper describes the different types of corporate blogs and their applications; lists best practices for running
one’s own corporate blog and for managing how your company is represented on others’ blogs; examines case
studies exploring successful and unsuccessful corporate blogging attempts; and contains a glossary of specialized
terms found in the blogging community.

This paper is intended for various audiences including executives faced with the decision of whether or not to
implement blogging at their company, human resources professionals who will need to handle blogging-related
incidents involving company employees, and marketers looking for ways to leverage blogs without damaging the
organization’s credibility in the fickle “blogosphere.”

Corporate Blogging

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