Ricardo Fernandes Mena

Bloco de Notas | sobre marcas, emoções e comunicação | criado na sequência do Doutoramento pela Universidade de Vigo na área de Comunicação e à Docência na área de Marketing no IPAM.

Arquivo para Branding

As pessoas como seres humanos, teoricamente fundamental mas realisticamente uma excepção – conclusões tesina

Na sequência da percepção da necessidade de melhorar o processo de comunicabilidade em qualquer empresa/organização a CI correcta é da maior importância, mas tem de haver inovação, rigor, coerência e continuidade. Em termos da percepção das necessidades, como acção da maior utilidade para preparar a Estratégia de Comunicação de uma empresa, sabe-se que comunicação incorrecta com o pessoal pode provoca problemas, destacando-se:

• Desconhecimento dos objectivos gerais da empresa;
• Fraca percepção das exigências dos clientes (consumidores);
• Pouca atenção à concorrência;
• Reduzido envolvimento na compreensão, e sequente prática, da empresa se empenhar na qualidade total;
• Fraco empenhamento no mundo laboral da empresa, devido a baixo moral, pouco interesse em colaborar na inovação e no aumento de produtividade.

A Comunicação Interna permanente nas empresas, embora esteja a ser estudada em qualificações académicas dos ciclos nível de licenciatura, mestrado e doutoramento, e no âmbito da formação profissional realizada em algumas empresas de sucesso, ainda está longe do necessário para produzir efeitos positivos generalizados. Os gestores precisam de comunicar para evitar que os trabalhadores da empresa saibam o que se passa por outras fontes. “Comunicar é empenharmo-nos e empenharmo-nos é assumirmos as responsabilidades”.

Onde estará colocada a sua marca?

Um dos meus bloggers de eleição, Darmano, organiza de uma forma muito prática a várias fases porque passa uma marca.

De uma forma simples, conseguimos facilmente enquadrar a nossa marca nesta hierarquia sendo que a lealdade se encontra no topo. É de facto um ponto cada vez mais complexo de conseguir mas que não deixa de ser o objetivo que deve ter cada estratégia.

Não é decerto a primeira compra que caracteriza a admiração por um marca mas a repetição da mesma.

<

O que é uma marca? Como afecta o planeamento da comunicação corporativa?

Muito interessante esta pesquisa realizada por Javier Velilla no site Bits PR:

Asegura Marty Neumeier que una marca no cuadra con muchas de las ideas preconcebidas que tenemos:

Una marca no es un logo.
Una marca no es una identidad.
Una marca no es un producto.
Una marca “It´s not what you say it is, it´s what they say it is”.

Las marcas no se definen por la percepción que las empresas tienen de sí mismas sino -y es la clave- por el conjunto de opiniones individuales de sus audiencias. Es decir, no son lo que transmiten sino lo que logran hacer creer a sus audiencias.

Neumeier hace hincapié en una pócima basada en cinco elementos que se conjugan en un círculo virtuoso: diferenciar, colaborar, innovar, validar, y cultivar.

Diferenciar: dado el excesivo caudal de información que recibimos, nuestro cerebro actúa como filtro y urge diferenciar y focalizar.

Colaborar. Hay tres modelos para organizar la colaboración de marcas: el “one stop shop”, el “brand agency” y el ” integrated marketing team”.

Innovar: “Tobegin with, the brand needs a stand-out name”. Se relaciona el tener un símbolo, un icono, un avatar, un envase adecuado.

Validar: incorporar a la audiencia dentro del proceso creativo. Se afirma que “the best test are cheap, quick and dirty” y qué mejor una vaga respuesta a la pregunta correcta que una respuesta detallada a la pregunta errónea.

Cultivar: el negocio es un proceso, no una entidad. Las marcas son como las personas. Viejo paradigma: “control the look and feel of a brand”. El nuevo paradigma: “Influence the character of a brand”.

A gestão moderna de pessoas segundo Chiavenato

Estamos face a uma moderna Gestão de Pessoas, que segundo Chiavenato , se baseia em três aspectos fundamentais:

1. As pessoas como seres humanos. Cada pessoa é um ser único, particular, com uma vivência passada e presente, que se reflecte no seu saber diferenciado, no seu conhecimento, habilidades e competências. Características estas essenciais essências á correcta gestão dos recursos organizacionais, em que são consideradas como pessoas e não como recursos organizacionais.

2. As pessoas como actuadoras inteligentes de recursos organizacionais. As pessoas são elementos capazes de dotar a organização de inteligência, talento e aprendizagem, de a impulsionar, de a dotar de uma constante renovação e competitividade, face a um ambiente repleto de mudanças e desafios. As pessoas são fonte de dinamização e impulso, não são parceiros inactivos, imóveis e apáticos.

3. As pessoas como parceiros da organização. A mais-valia das pessoas, é sem dúvida a capacidade destas em conduzir a organização ao sucesso. Ao serem consideradas parceiras, as pessoas investem na organização com esforço, dedicação, responsabilidade, comprometimento, com o fim de conseguirem retorno do que investiram, como salários, incentivos financeiros, ajudas de custo, ascensão hierárquica. A medida do retorno é muito importante, se tivermos em conta que existe um nexo de relação, entre incentivo para fazer, com recompensa boa e sustentável.

Na minha opinião, não serão estes os elementos essenciais de sempre para construir uma relação sólida com as pessoas que encarnam a marca da empresa todos os dias?

Será que existe uma gestão moderna como nos fala Chiavenato? acho sinceramente que não.

O que indica como fundamental é do meu total acordo mas deveremos reconhcer que as empresas que mais admiramos (e que podem não ser as mais conhecidas…) partilham certamente estes valores para com as suas pessoas, que são mais que recursos, mas o centro da sua atenção, do seu valor.

Isto não é somente uma opinião. É aquilo que vivo todos os dias e que tem sido confirmado várias vezes por vários autores na minha investigação da tese.

De facto, outra coisa será por em prática todos os dias mantendo a motivação em torno da marca efectiva, apaixonante e partilhada com todos que são diferentes.

Razões para as empresas criarem um blog corporativo

Interessante os pontos essenciais focados pelo consultor de comunicação, Ivan Pino, sob as razões que as empresas devem ter em conta para as vantagens de ter um blog corporativo.

Transcrevo assim as 14 razões do autor:

Difusión de ideas y contenidos.
Se considera al blog como un medio añadido de difundir informaciones interesantes para la empresa. Su eficacia se mide en número de visitas al sitio y de entradas posicionadas en los buscadores.

Orientación hacia el liderazgo.
La aproximación de una empresa a la blogosfera se entiende ahora como una apuesta de vanguardia, que se refleja en un incremento de la atención y cobertura mediática (dentro y fuera de la Web).

Creación de una comunidad.
La participación de la empresa en la Web Social le permite identificar e interactuar en la Red con las personas que conforman y determinan sus medios de desarrollo.

Puede sustanciarse en una red social estilo Facebook, tan exitosa como numerosos sean sus miembros. Aunque también se mide por la cantidad de enlaces y comentarios que reciba el blog.

Incremento de ventas.
Se espera que la comunicación desplegada desde una bitácora incida positivamente en los ingresos de la empresa, al igual que la publicitaria. Aquí, mandan los balances comerciales.

Información rápida a los clientes.
Se valora la agilidad y versatilidad que brinda Internet para informar a los usuarios de un sitio web, en este caso, clientes actuales y potenciales.

Posicionamiento en buscadores.
El mantenimiento de una bitácora genera contactos y contenidos (enlazables y etiquetables) que favorecen el acceso al sitio web corporativo desde los buscadores. Basta con teclear sus palabras clave (marca, sector, servicio,…) en Google para comprobar esa eficacia [comparar antes y después de publicar el blog].

Aumento de enlaces.
Los contenidos de un blog están orientados a ser compartidos, comentados y agregados. Todo ello genera enlaces con el sitio web que incrementa la accesibilidad de la marca en Internet. Puede controlarse en buscadores como Technorati o analizando el contador de visitas.

Obtención de subscriptores.
Los blogs cuentan con direcciones feed que facilitan la subscripción a sus actualizaciones mediante lectores RSS y correo electrónico. Es un mecanismo útil para potenciar las relaciones de una empresa con sus interlocutores. Aplicaciones como FeedBurner permiten seguir la evolución del número de subscriptores.

Recogida de sugerencias sobre productos.
Los comentarios a los artículos de una bitácora corporativa son canales abiertos a las propuestas de los clientes. Puede y debe explorarse ese camino sin miedo al debate (siempre que sea educado y respetuoso). En este punto, el examen pasa por el número de opiniones recibidas.

Atención al cliente.
Igualmente, una bitácora de empresa bien puede hacer las funciones de su servicio de atención al cliente en la Red. Las respuestas publicadas pueden, además, resolver ya las preguntas de otros usuarios. Aquí, la nota depende del volumen de consultas atendidas.

Relación con los Medios
Una bitácora corporativa constituye una excelente sala de prensa virtual, donde pueden ponerse las herramientas 2.0 al servicio de la información periodística. Al estilo de SHIFT: post noticiosos, imágenes en Flickr, videos en Youtube, antecedentes en del.icio.us, perfiles en LinkedIn, subscripciones RSS, etiquetas de Technorati… El clipping dictaminará su éxito.

Respuesta a las críticas
La existencia de un blog corporativo bien gestionado puede canalizar el descontento hacia la empresa de manera productiva para su imagen pública, en la medida en que resuelva adecuadamente las críticas publicadas en los comentarios.

Registro de clientes.
Una bitácora también puede ayudar a poner caras y ojos al cliente, más allá de los perfiles estadísticos, invitándole a participar, registrándose, en el desarrollo de sus contenidos. El número de clientes subscriptores determina el alcance de este objetivo.

Gestión de Crisis
Por último, el blog corporativo ofrece a la empresa un canal eficiente para defender públicamente sus argumentos cuando sucede algún evento, noticia o rumor que pueda perjudicar su reputación. Las hemerotecas, de bites y papel, darán cuenta de su eficacia.

E quais serão as desvantagens? que dificuldades terão as empresas perante as circunstâncias do que a web 2.0 implica na forma de comunicar das empresas onde o cliente ou internauta tem a capacidade e autonomia de opinar e assim poder ou não ser uma posição positiva da reputação da empresa?

Como investigadores e especialistas, deveremos antes de mais verificar se este ou outro suporte se enquadra na estratégia de comunicação da empresa e se neste caso de um enquadramento 2.0 se possui a estrutura capaz de lhe responder e de garantir equidade, rigor e imparcialidade na forma de encarar criticas positivas e negativas do meio envolvente.

É neste sentido que a comunicação interna pode ser um excelente elemento de aglutinar e testar de interagirem com os seus públicos e por que será que só falamos em cliente externos e nos esquecemos que são as pessoas que todos os dias personalizam a nossa marca e que são elementos decisivos de como os outros conhecem a nossa empresa.

A comunicação interna 2.0 é essencial para tudo aquilo que falamos acima.

Os Blogs Corporativos na Web 2.0

Interessante, útil e de fácil acesso o livro “Manual de Uso del Blog en la Empresa, cómo prosperar en la sociedad de la conversación” de Alberto Ortíz de Zárate Tercero que explica a sua pertinência na era da comunicação 2.0 onde o internauta tem intervenção directa na comunicação, onde pode opinar e ser também um veículo de comunicação.

Como refere o autor na sua introdução, “Las empresas han llegado tarde a este movimiento, pero, por fin, han llegado. Las posibilidades que se les abren son inmensas, si bien para aprovecharlas será necesario un cambio de mentalidad hacia organizaciones más abiertas, más transparentes, más colaborativas. Hacia organizaciones que conversan.”

Faça o download abaixo.

Manual de Uso del Blog en la Empresa
E-book está publicado por Infonomia com licença Creative Commons.

Que impacto terá a comunicação interna na notoriedade da marca?

Uma interrogação que será a minha durante os próximos meses.

Esta será assim o tema da minha Tesina que pretende investigar e dar algumas respostas sobre o impacto da comunicação dentro das instituições influencia positivamente ou negativamente a reputação da empresa. Este é um temo algo complexo de explorar face às naturais limitações de conhecer com exactidão a opinião de cada pessoa interna, mas que pela experiência profissional é decisiva para o sucesso de qualquer estratégia de comunicação.

Sendo o “amor à camisola” algo que se diz inexistente nos nossos dias, acredito que terá de ser pelo reforço do sistema de pertença à marca da empresa, aos seus valores e missão que se poderão conseguir resultados na influência de que cada pessoa tem na decisão de compra do outro.

Muitas vezes, começamos uma estratégia por ver o exterior e esquecemos que serão os clientes internos que irão representar e personalizar a marca no dia a dia, e por isso decisivos para com quem a contacta.

Irei também abordar um estudo de caso de forma a poder ter uma noção prática de como tudo se conjuga para uma boa ou má estratégia.

Aceito ideias, sugestões e tudo aquilo que poderá contribuir para a minha investigação que pretende também ajudar as empresas a criar métodos e ferramentas mais transversais de comunicação.

Até breve!

Porque as marcas corporativas procuram a intemporalidade… será o fim da publicidade como a conhecemos?

As empresas expressam a sua individualidade através da sua identidade e com esse propósito criam expressões visuais e verbais. À medida que os produtos e serviços se tornam indiferenciados, que as novas tecnologias criam padrões de qualidade idênticos, que a competição aumenta e oferece inúmeras possibilidades de escolha, a diferenciação torna-se um imperativo para as empresas. Só uma marca forte consegue ser recordada num mercado saturado de produtos e serviços.

Por isso a identidade tem um papel fundamental na forma como a marca é percepcionada, permitindo identificar e distinguir produtos e serviços. Ao fazê-lo facilita as escolhas do consumidor, que tem como base a imagem de marca. A marca corresponde deste modo a uma determinada imagem na mente do consumidor, criando a ponte entre o objecto que ela representa e os desejos dos clientes. Esta imagem depende da forma como cada cliente percepciona a marca e do seu nível de satisfação, que também tem a ver com as expectativas criadas anteriormente.

O QUE É A MARCA?
A marca é uma promessa que deve ser cumprida em cada interacção estabelecida com o consumidor, através não só dos produtos e serviços que representa e dos suportes em que é divulgada, como também dos seus colaboradores, que têm um importante papel na imagem transmitida. De facto, as pessoas “apaixonam-se” pelas marcas, e quando confiam nelas são-lhe leais. A marca deixa assim de ser propriedade dos seus fabricantes e detentores para passar a ser propriedade dos consumidores, que a sentem como sua, estabelecendo com ela uma ligação emocional.

As marcas têm o poder de falar à mente e ao coração dos consumidores e podem simbolizar confiança, inovação, status, design, segurança, emoção, etc. Se pensarmos igualmente nas inúmeras mensagens a que as pessoas estão sujeitas no seu dia-a-dia, isso valida que as marcas sejam um meio eficaz para ajudar a distinguir produtos e serviços e a criar notoriedade. A marca pode desta forma determinar ou não o sucesso de uma empresa, e é por essa razão que é tão importante. Ao contrário da publicidade, em que podem ser lançadas campanhas todos os anos, as marcas são criadas e construídas ao longo do tempo, representando um maior investimento. A marca tornou-se no principal motor de vendas e numa das principais actividades do marketing, criando preferência e lealdade quando gerida de modo estratégico.

Uma identidade de marca eficaz permite assegurar ao seu público que a empresa é de facto o que diz ser e funcionar como um meio para construir equidade ao longo do tempo. Ao ser transmitida consistentemente nos diferentes meios de comunicação, a identidade de marca pode levar as pessoas à acção, o que se traduz na compra. Marcas poderosas nascem de uma comunicação total e sólida. A identidade corporativa para ser um instrumento estratégico no marketing da empresa e criar diferenciação tem de ser trabalhada de forma integrada, tendo em consideração a cultura da empresa e outros aspectos determinantes como por exemplo o mercado concorrente. Só assim é possível que os consumidores se identifiquem com a marca e estabeleçam um envolvimento duradouro com ela, que privilegie a fidelidade.

A responsabilidade social e as empresas: um caminho sinuoso

No já referenciado Congresso de Protocolo promovido pela Universidade de Vigo, um dos temas que mais me motivou à discussão foi sobre Responsabilidade Social Corporativa, onde o orador principal foi a Dra. Carmen Padrón, especialista que viajou da Venezuela para nos dar um pouco da sua experiência.

Principais Conclusões:

Da Venezuela, chegou-nos uma motivante explicação sobre um tema que começa a reunir um sem número de empresas aderentes: a Responsabilidade Social.

Várias empresas adoptam por um sem número de razões práticas de apoio à comunidade, desde subsidiar escolas, tratamentos médicos, de disponibilizar os seus colaboradores para acções sociais.

Como a missão de qualquer empresa é o lucro pois sem ele nada seria possível, foi discutido com a oradora as verdadeiras intenções das empresas quando aderem a campanhas de responsabilidade social. Qual a interpretação que se pode dar a uma acção que não lhe traz retorno imediato poderá, em caso de não bem enquadrada, emitir uma comunicação com uma segunda intenção.

Esta intenção é sempre de aproveitar uma determinada acção para ter um espaço nos meios e na opinião pública que promova a empresa.

Na minha opinião, é notório que, mesmo que não seja o primeiro objectivo uma empresa pretende a sua promoção e desta torna o de criar à sua volta um espectro de credibilidade, confiança e de admiração.

Acredito no entanto, que tudo depende das pessoas que as lideram. Como em tudo existem pessoas mais bem-intencionadas que outras e se o tudo isto permite ajudar pessoas que o seja.

É importante também ressalvar que um programa de responsabilidade social pode ser encarado como uma acção que as empresas prestam à comunidade pelo mal que provocam no ambiente ou bem-estar como falou um dos participantes.

Por ser assim ser uma acção que influencia determinantemente a imagem corporativa da empresa deverá ser englobada na estratégia de comunicação e ser profissional pois uma má decisão ou interpretação do momento poderá causar importantes danos na sua notoriedade.

Mas será assim que as empresas prestam estes serviços e financiamentos sem pensar em retornos para a sua marca? Sinceramente, não acredito assim como não acredito em falsas modéstias quando um dos principais objetivos de uma empresa é ter lucro.

Acredito antes de mais que se deve assumir este factor sem rodeios – as empresas vivem para ganhar dinheiro e isso não está errado – o que está errado é assumir que se apoia alguém sem ter em vista um retorno.

Ou será que ainda há empresas onde o lucro não é o principal objetivo da sua existência? Se conhecerem, agradeço que me digam.

4º Simpósio de Comunicação Integrada | Rio de Janeiro | Brasil

Por considerar relevante para os investigadores e interessados na área de Comunicação, e após contacto solicitando divulgação, aqui fica a informação necessária sobre o evento.

No ano em que completa oito décadas de uma vida marcada pela militância a favor da cultura brasileira, o poeta, dramaturgo e romancista Ariano Suassuna participa do 4º Simpósio de Comunicação Integrada, no dia 23 de outubro, para falar da formação da nossa cultura a partir das idéias que estão na raiz do Movimento Armorial.

Com o tema Comunicação Corporativa – Quem somos? Onde estamos? Para onde vamos?, o evento, uma realização da Casa do Cliente Comunicação 360º, acontece no auditório da Sede do Jockey Club Brasileiro, no Centro do Rio de Janeiro.

Ariano abre os debates do painel Quem somos?, sobre Cultura Organizacional, Identidade, Percepção e Reputação, com os executivos de duas grandes corporações: a catarinense Weg, uma das cinco maiores fabricantes mundiais de motores elétricos, seis anos vencedora no setor mecânico do Prêmio Valor 1000 e empresa Destaque Valor 2007, representada pelo Gerente de Relações com Investidores, Luis Fernando Moran de Oliveira; e o Citi, um dos maiores grupos financeiros mundiais, com nove décadas de atuação no Brasil, na figura de seu Superintendente Executivo de Recursos Humanos e Assuntos Corporativos, Henrique Szapiro. A mediação é de Antonio Fandiño, Professor-Pesquisador do Mestrado em Administração da UFRRJ e consultor em estratégia de Recursos Humanos.

No segundo painel, Onde estamos?, Risoletta Miranda, sócia-presidente da Addcomm, comanda o debate sobre as novas Tecnologias da Informação e o seu impacto na Comunicação Empresarial. De um lado Cezar Taurion, Gerente de Novas Tecnologias aplicadas da IBM Brasil, empresa líder em criação, desenvolvimento e manufatura das mais avançadas tecnologias de informação da indústria, com 90 anos de atuação no mercado brasileiro. De outro Marco Antônio Lage, Diretor de Comunicação Corporativa da Fiat, uma das empresas automobilísticas com maior crescimento no Brasil, líder de vendas de 2001 a 2003 e em 2005, e referência em tecnologia de relacionamento.

Finalmente, no terceiro painel, Para onde vamos?, estarão em pauta a Sustentabilidade, a Inovação e o Futuro, onde o público poderá conhecer a visão de Simone Soares, gerente de Comunicação Corporativa e Gestão de Marca da Suzano, um dos mais tradicionais grupos brasileiros, presente na primeira carteira teórica do Índice de Sustentabilidade Empresarial da Bovespa; e de Felix Ximenes, Diretor de Comunicação do Google, desenvolvedor do maior mecanismo de busca do mundo, responsável por mais de 100 milhões de consultas diárias. O debate será mediado por Lala Deheinzelin, Presidente da Enthusiasmo Cultural e Diretora de Cooperação Internacional do Instituto Pensarte.

A jornalista Lucia Abreu fará uma participação especial na condução geral dos painéis. Lucia foi apresentadora de diversos programas da TVE do Rio de Janeiro, como o Observatório da Imprensa, Intervalo, Caderno 2, Sete Dias e Educação em Revista, e atualmente integra a equipe da TV Nacional/Radiobrás, em Brasília.

O 4º Simpósio de Comunicação Integrada tem o patrocínio da Unimed Rio e o apoio institucional do Sistema Nacional ABRH, da Aberje, da Abracom, do Senac Rio, da Coppead/UFRJ e da Alumni/Coppead.

Informações e inscrições pelo telefone (21) 2549-4930 ou no site www.casadocliente.com.br/simposio.

4º Simpósio de Comunicação Integrada | Rio de Janeiro | Brasil

Entradas antigas »