Ricardo Fernandes Mena

Bloco de Notas | sobre marcas, emoções e comunicação | criado na sequência do Doutoramento pela Universidade de Vigo na área de Comunicação e à Docência na área de Marketing no IPAM.

Arquivo para Março, 2008

Urgências Profissionais e Pessoais – um entrave ao sucesso?

Um dos meus autores de eleição, Seth Godin, colocou um post no seu blog que não resisti a partilhar por é algo que todos nos deparamos hoje em dia.

As tarefas, responsabilidades ou projecto sucedem-se mas o nosso dia mantém as 24 horas. Se tudo é urgente, então temos de começar a preparar a nossa empresa para fazer bem, cada vez mais rápido e eficaz.

Ainda mais rápido do que aquilo que conseguimos… planear ajuda a diminuir o grau de incerteza.

Managing urgencies
Do you have a plan?

A long or medium term plan for your brand or your blog or your career or your project?

You can have grand visions for remodeling your house or getting in shape, but if there’s a fire in the kitchen, you drop everything and put it out. What choice do you have? The problem, of course, is that most organizations are on fire, most of the time.

I gave a talk the other day, all about the unstoppable slow decline of interruption (traditional) media and the opportunities for rethinking how we communicate with people. At the end of the talk, someone came up and had very nice things to say about what he’d learned. The he leaned over and asked me to help him brainstorm about his brand’s upcoming ad campaign, because it was due to his boss on Friday.

Add up enough urgencies and you don’t get a fire, you get a career. A career putting out fires never leads to the goal you had in mind all along.

I guess the trick is to make the long term items even more urgent than today’s emergencies. Break them into steps and give them deadlines. Measure your people on what they did today in support of where you need to be next month.

If you work in an urgent-only culture, the only solution is to make the right things urgent.

Seth Godin

Razões para as empresas criarem um blog corporativo

Interessante os pontos essenciais focados pelo consultor de comunicação, Ivan Pino, sob as razões que as empresas devem ter em conta para as vantagens de ter um blog corporativo.

Transcrevo assim as 14 razões do autor:

Difusión de ideas y contenidos.
Se considera al blog como un medio añadido de difundir informaciones interesantes para la empresa. Su eficacia se mide en número de visitas al sitio y de entradas posicionadas en los buscadores.

Orientación hacia el liderazgo.
La aproximación de una empresa a la blogosfera se entiende ahora como una apuesta de vanguardia, que se refleja en un incremento de la atención y cobertura mediática (dentro y fuera de la Web).

Creación de una comunidad.
La participación de la empresa en la Web Social le permite identificar e interactuar en la Red con las personas que conforman y determinan sus medios de desarrollo.

Puede sustanciarse en una red social estilo Facebook, tan exitosa como numerosos sean sus miembros. Aunque también se mide por la cantidad de enlaces y comentarios que reciba el blog.

Incremento de ventas.
Se espera que la comunicación desplegada desde una bitácora incida positivamente en los ingresos de la empresa, al igual que la publicitaria. Aquí, mandan los balances comerciales.

Información rápida a los clientes.
Se valora la agilidad y versatilidad que brinda Internet para informar a los usuarios de un sitio web, en este caso, clientes actuales y potenciales.

Posicionamiento en buscadores.
El mantenimiento de una bitácora genera contactos y contenidos (enlazables y etiquetables) que favorecen el acceso al sitio web corporativo desde los buscadores. Basta con teclear sus palabras clave (marca, sector, servicio,…) en Google para comprobar esa eficacia [comparar antes y después de publicar el blog].

Aumento de enlaces.
Los contenidos de un blog están orientados a ser compartidos, comentados y agregados. Todo ello genera enlaces con el sitio web que incrementa la accesibilidad de la marca en Internet. Puede controlarse en buscadores como Technorati o analizando el contador de visitas.

Obtención de subscriptores.
Los blogs cuentan con direcciones feed que facilitan la subscripción a sus actualizaciones mediante lectores RSS y correo electrónico. Es un mecanismo útil para potenciar las relaciones de una empresa con sus interlocutores. Aplicaciones como FeedBurner permiten seguir la evolución del número de subscriptores.

Recogida de sugerencias sobre productos.
Los comentarios a los artículos de una bitácora corporativa son canales abiertos a las propuestas de los clientes. Puede y debe explorarse ese camino sin miedo al debate (siempre que sea educado y respetuoso). En este punto, el examen pasa por el número de opiniones recibidas.

Atención al cliente.
Igualmente, una bitácora de empresa bien puede hacer las funciones de su servicio de atención al cliente en la Red. Las respuestas publicadas pueden, además, resolver ya las preguntas de otros usuarios. Aquí, la nota depende del volumen de consultas atendidas.

Relación con los Medios
Una bitácora corporativa constituye una excelente sala de prensa virtual, donde pueden ponerse las herramientas 2.0 al servicio de la información periodística. Al estilo de SHIFT: post noticiosos, imágenes en Flickr, videos en Youtube, antecedentes en del.icio.us, perfiles en LinkedIn, subscripciones RSS, etiquetas de Technorati… El clipping dictaminará su éxito.

Respuesta a las críticas
La existencia de un blog corporativo bien gestionado puede canalizar el descontento hacia la empresa de manera productiva para su imagen pública, en la medida en que resuelva adecuadamente las críticas publicadas en los comentarios.

Registro de clientes.
Una bitácora también puede ayudar a poner caras y ojos al cliente, más allá de los perfiles estadísticos, invitándole a participar, registrándose, en el desarrollo de sus contenidos. El número de clientes subscriptores determina el alcance de este objetivo.

Gestión de Crisis
Por último, el blog corporativo ofrece a la empresa un canal eficiente para defender públicamente sus argumentos cuando sucede algún evento, noticia o rumor que pueda perjudicar su reputación. Las hemerotecas, de bites y papel, darán cuenta de su eficacia.

E quais serão as desvantagens? que dificuldades terão as empresas perante as circunstâncias do que a web 2.0 implica na forma de comunicar das empresas onde o cliente ou internauta tem a capacidade e autonomia de opinar e assim poder ou não ser uma posição positiva da reputação da empresa?

Como investigadores e especialistas, deveremos antes de mais verificar se este ou outro suporte se enquadra na estratégia de comunicação da empresa e se neste caso de um enquadramento 2.0 se possui a estrutura capaz de lhe responder e de garantir equidade, rigor e imparcialidade na forma de encarar criticas positivas e negativas do meio envolvente.

É neste sentido que a comunicação interna pode ser um excelente elemento de aglutinar e testar de interagirem com os seus públicos e por que será que só falamos em cliente externos e nos esquecemos que são as pessoas que todos os dias personalizam a nossa marca e que são elementos decisivos de como os outros conhecem a nossa empresa.

A comunicação interna 2.0 é essencial para tudo aquilo que falamos acima.

Os Blogs Corporativos na Web 2.0

Interessante, útil e de fácil acesso o livro “Manual de Uso del Blog en la Empresa, cómo prosperar en la sociedad de la conversación” de Alberto Ortíz de Zárate Tercero que explica a sua pertinência na era da comunicação 2.0 onde o internauta tem intervenção directa na comunicação, onde pode opinar e ser também um veículo de comunicação.

Como refere o autor na sua introdução, “Las empresas han llegado tarde a este movimiento, pero, por fin, han llegado. Las posibilidades que se les abren son inmensas, si bien para aprovecharlas será necesario un cambio de mentalidad hacia organizaciones más abiertas, más transparentes, más colaborativas. Hacia organizaciones que conversan.”

Faça o download abaixo.

Manual de Uso del Blog en la Empresa
E-book está publicado por Infonomia com licença Creative Commons.

Que impacto terá a comunicação interna na notoriedade da marca?

Uma interrogação que será a minha durante os próximos meses.

Esta será assim o tema da minha Tesina que pretende investigar e dar algumas respostas sobre o impacto da comunicação dentro das instituições influencia positivamente ou negativamente a reputação da empresa. Este é um temo algo complexo de explorar face às naturais limitações de conhecer com exactidão a opinião de cada pessoa interna, mas que pela experiência profissional é decisiva para o sucesso de qualquer estratégia de comunicação.

Sendo o “amor à camisola” algo que se diz inexistente nos nossos dias, acredito que terá de ser pelo reforço do sistema de pertença à marca da empresa, aos seus valores e missão que se poderão conseguir resultados na influência de que cada pessoa tem na decisão de compra do outro.

Muitas vezes, começamos uma estratégia por ver o exterior e esquecemos que serão os clientes internos que irão representar e personalizar a marca no dia a dia, e por isso decisivos para com quem a contacta.

Irei também abordar um estudo de caso de forma a poder ter uma noção prática de como tudo se conjuga para uma boa ou má estratégia.

Aceito ideias, sugestões e tudo aquilo que poderá contribuir para a minha investigação que pretende também ajudar as empresas a criar métodos e ferramentas mais transversais de comunicação.

Até breve!