Este congresso apresentou-se muito rico em temas e debates essencialmente pela qualidade dos oradores.
Um perfeito equilíbrio entre temas e investigadores de cariz académico mas com uma forte preocupação de apresentarem casos reais que demonstrassem a implementação de um plano ou a má experiência de forma a evitar erros futuros.
A mescla de várias pessoas de vários países trouxe também uma multiplicidade de formas de apresentação que motivou a plateia a estar sempre motivada a aprender.
O tema Protocolo foi abordado de uma forma ampla pois abarca um sem números de áreas dentro das empresas e instituições visto que integra a Direcção de Comunicação (DirCom). Desde o Protocolo na Internet (netiqueta), à gestão de crises e de responsabilidade social conseguimos abordar e conhecer algumas questões fundamentais quando se nos deparam semelhantes casos.
A grande questão é que sendo a comunicação e protocolo dependentes de vários factores como as pessoas, a política ou até factores climatéricos só podemos aproximar o plano melhor possível aos objectivos que se nos deparam porque é impossível prever todos os factores que poderão implicar um serviço de protocolo rigoroso.
Claro que existem pontos de que discordo em algumas temáticas, mas penso que isso só me motiva pessoalmente a ter uma visão cada vez mais abrangente, detalhada e imparcial, ou seja, tudo o que se exige a um investigador.
Com uma assinalável carga horária e com temas interessantes mas muitos diversos foi essencial ter aquilo que mais valorizo num seminário: a capacidade dos oradores se adaptar ao público-alvo.
Como diz Margaret Tatcher, antiga Primeira-ministra de Inglaterra “ Se eu digo e tu não entendes é porque eu não disse”.
Desta forma, foram várias sessões em dois dias mas cheios de debate e até polémica ingredientes essenciais para manter a atenção de todos.
Naturalmente, os temas que tiveram uma vertente teórica mas com um exemplo prático são sem dúvida os que mais interessam e que ficam retidos.
A Responsabilidade Social, o Protocolo Empresarial e a Comunicação de Crises conseguiram demonstrar que o seu sucesso só é conseguido se foram integrados uma estratégia de comunicação que comungue dos mesmos objectivos.
O protocolo oficial é essencial e tem dado natural relevância ás suas exigências. A globalização, as trocas comerciais com países de diferentes culturas e costumes e a rapidez de informação com as novas tecnologias impulsionam a procura incessante de estar à altura do evento sob pena de causar problemas ou um impacto negativo nas marcas.
Termino citando o Profesor Manfredi:
“ O Professional de comunicação e de protocolo é um gestor de cenários: pretende proporcionar a uma entidade a sua correcta comunicação com o meio envolvente num determinado momento e com determinados objectivos”
Caso deseje uma análise detalhada por painel pf indique seu nome e email no post. Obrigado