Ricardo Fernandes Mena
Bloco de Notas | sobre marcas, emoções e comunicação | criado na sequência do Doutoramento pela Universidade de Vigo na área de Comunicação e à Docência na área de Marketing no IPAM.Boas férias ou bom trabalho como é o meu caso!
Caros Amigos,
Até Setembro irei estar em fase “slow blogging” pois todas as minhas forças irão estar empenhada na apresentação da Tesina no próximo dia 8 de Setembro na Universidade de Vigo, Campus Pontevedra.
Bom descanso para uns e melhor trabalho para outros!
Até breve,
Ricardo Mena
Um exemplo prático do poder das redes sociais 2.0
Logo após por o último post, surgiu-me este caso de Paul Potts, um desconhecido e timido vendedor de telemóveis que após participar e vencer no “Britain Got Talent” cantando uma ópera celebrizada por Luciano Pavarotti se tornou um campeão de vendas e de visualizações no não menos celebre You Tube.
Para os mais cépticos consultores e responsáveis de comunicação, fica um exemplo.
Nota final: vale a pena mesmo ver com atenção pois além de comprovar a força e dinâmica das redes sociais 2.0 é de facto marcante a sua interpretação e ainda mais sustenta a capacidade de acreditar nos nossos sonhos. Mesmo sem perceber italiano, estou certo que no minimo é arrepiante para todos.
FNAC
A final do programa foi vista por 13.5 milhões de pessoas, Paul Potts deixou júri e público completamente estupefactos e levando mesmo algumas pessoas às lágrimas. Este fenómeno chega a Portugal já no dia 12 de Outubro para simplesmente encantar e tocar na alma dos Portugueses, como tem feito em todos os países que já visitou nesta sua primeira Tour promocional. Paulo Potts já chegou a Nº1 de vendas na Austrália, UK, Nova Zelândia, Dinamarca, Irlanda, Noruega.
As diferenças entre as Relações Públicas do Sec. XX e XXI – não estaremos sozinhos!
O consultor Ivan Pino apresenta de uma forma original as principais diferenças de comunicar no sec XXI e dos suportes mais adequados para os fazer. A globalização da comunicação tem fomentado a massificação na forma de comunicar aumentando a capacidade de interacção.
Hoje não falamos só na pessoa mas em tudo o que a circunscreve. Falamos em redes sociais como o facebook ou hi5 e é esta envolvente que temos de analisar, definir e avaliar. Será que para um determinado público um investimento em outdoors com elevados custos terá mais impacto do que ter uma presença no hi5?
Hoje numa empresa não podemos encarar que estas circunstâncias só se adequam para o lazer ou para distracção fora de horas. São de facto suportes que devem ser incluidos no mix de comunicação da empresa.
O essencial mantêm-se e ira manter-se sempre: quem é o cliente? como vive e respira? onde está? como interage?
Onde estará colocada a sua marca?
Um dos meus bloggers de eleição, Darmano, organiza de uma forma muito prática a várias fases porque passa uma marca.
De uma forma simples, conseguimos facilmente enquadrar a nossa marca nesta hierarquia sendo que a lealdade se encontra no topo. É de facto um ponto cada vez mais complexo de conseguir mas que não deixa de ser o objetivo que deve ter cada estratégia.
Não é decerto a primeira compra que caracteriza a admiração por um marca mas a repetição da mesma.
Um exemplo divertido de um guia prático web 2.0
A consultora de web 2.0 Sacha Chua apresenta um powerpoint inspirado numa experiência muito prática e empresarial do entendimento que tem sobre a prática da utialização da web social no local de trabalho.
Essencialmente, pode marcar a diferença na carreira de cada um onde com as novas tecnologias existirá maior facilidade em ser notado e lembrado pela comunidade de colegas e superiores das inciativas e valências.
Congresso Protocolo Pontevedra
Estive presente com o meu colega Jorge Remondes e a minha colega de Curso Jose no Congresso de Protocolo.
No dia em que estive, foi muito vocacionado para a vertente institucional de protocolo onde se denota o grande rigor que cada evento exige e acima de tudo as várias realidades. Eliane Ubillus, especialista em Protocolo explicou as várias realidades de dos países sul americanos.
Destaque também para o Prof. Fernando Ramos, meu orientador de doutoramento, por continuamente apresentar novos estudos agora na área de protocolo universitário.
Não é de facto uma área com que me identifique mas é um facto a constatação da sua importância para a imagem global de um País ou de uma empresa. O protocolo é transversal e por isso pode ajudar cada um a diminuir o grau de incerteza e de erro em cada evento onde a empresa ou a pessoa está presente.
PS. deixo aqui a apreentação de um dos meus profesores Daniel Marti, sempre com uma perspectiva diferente em cada tema que explora. É um sinal também que as novas tecnologias podem ser um importante aliado nestes eventos.
O que é uma marca? Como afecta o planeamento da comunicação corporativa?
Muito interessante esta pesquisa realizada por Javier Velilla no site Bits PR:
Asegura Marty Neumeier que una marca no cuadra con muchas de las ideas preconcebidas que tenemos:
Una marca no es un logo.
Una marca no es una identidad.
Una marca no es un producto.
Una marca “It´s not what you say it is, it´s what they say it is”.
Las marcas no se definen por la percepción que las empresas tienen de sí mismas sino -y es la clave- por el conjunto de opiniones individuales de sus audiencias. Es decir, no son lo que transmiten sino lo que logran hacer creer a sus audiencias.
Neumeier hace hincapié en una pócima basada en cinco elementos que se conjugan en un círculo virtuoso: diferenciar, colaborar, innovar, validar, y cultivar.
Diferenciar: dado el excesivo caudal de información que recibimos, nuestro cerebro actúa como filtro y urge diferenciar y focalizar.
Colaborar. Hay tres modelos para organizar la colaboración de marcas: el “one stop shop”, el “brand agency” y el ” integrated marketing team”.
Innovar: “Tobegin with, the brand needs a stand-out name”. Se relaciona el tener un símbolo, un icono, un avatar, un envase adecuado.
Validar: incorporar a la audiencia dentro del proceso creativo. Se afirma que “the best test are cheap, quick and dirty” y qué mejor una vaga respuesta a la pregunta correcta que una respuesta detallada a la pregunta errónea.
Cultivar: el negocio es un proceso, no una entidad. Las marcas son como las personas. Viejo paradigma: “control the look and feel of a brand”. El nuevo paradigma: “Influence the character of a brand”.
“How business are using Web 2.0” – Estudo McKinsey
A reputada empresa de consultoria McKinsey publicou um estudo realizado a cerca de 3000 empresários sobre a importância da comunicação 2.0.
O investimento nas empresas é especialmente vocacionado para ferramentas colaborativas que permititão um lehor fluxo de comunicação interna e de envolvimento com a missão da empresa.
Ver estudo

