Ricardo Fernandes Mena

Bloco de Notas | sobre marcas, emoções e comunicação | criado na sequência do Doutoramento pela Universidade de Vigo na área de Comunicação e à Docência na área de Marketing no IPAM.

As pessoas como seres humanos, teoricamente fundamental mas realisticamente uma excepção – conclusões tesina

Na sequência da percepção da necessidade de melhorar o processo de comunicabilidade em qualquer empresa/organização a CI correcta é da maior importância, mas tem de haver inovação, rigor, coerência e continuidade. Em termos da percepção das necessidades, como acção da maior utilidade para preparar a Estratégia de Comunicação de uma empresa, sabe-se que comunicação incorrecta com o pessoal pode provoca problemas, destacando-se:

• Desconhecimento dos objectivos gerais da empresa;
• Fraca percepção das exigências dos clientes (consumidores);
• Pouca atenção à concorrência;
• Reduzido envolvimento na compreensão, e sequente prática, da empresa se empenhar na qualidade total;
• Fraco empenhamento no mundo laboral da empresa, devido a baixo moral, pouco interesse em colaborar na inovação e no aumento de produtividade.

A Comunicação Interna permanente nas empresas, embora esteja a ser estudada em qualificações académicas dos ciclos nível de licenciatura, mestrado e doutoramento, e no âmbito da formação profissional realizada em algumas empresas de sucesso, ainda está longe do necessário para produzir efeitos positivos generalizados. Os gestores precisam de comunicar para evitar que os trabalhadores da empresa saibam o que se passa por outras fontes. “Comunicar é empenharmo-nos e empenharmo-nos é assumirmos as responsabilidades”.

Boas férias ou bom trabalho como é o meu caso!

Caros Amigos,

Até Setembro irei estar em fase “slow blogging” pois todas as minhas forças irão estar empenhada na apresentação da Tesina no próximo dia 8 de Setembro na Universidade de Vigo, Campus Pontevedra.
Bom descanso para uns e melhor trabalho para outros!

Até breve,
Ricardo Mena

Como a Responsabilidade Social pode motivar a admiração por uma marca: o caso Iberdrola

IV Convenio Colectivo de Iberdrola

Iberdrola se ha convertido, gracias a la aprobación del IV Convenio Colectivo de Iberdrola Grupo, en la primera compañía del IBEX-35 en implantar la jornada de trabajo continuada, una medida que representa un nuevo avance en el ámbito de la conciliación de la vida personal y laboral de sus empleados. Este Convenio ha sido apoyado por el 92,35% de la plantilla de Iberdrola y consolida la apuesta responsable de la Compañía por ser un referente en la calidad de vida de las personas.
Según recoge el Plan Estratégico 2008-2010 de IBERDROLA, presentado la pasada semana por el Presidente de la Compañía, Ignacio Galán, la conciliación será uno de los ejes fundamentales de la política de Recursos Humanos de la Empresa. En virtud del IV Convenio Colectivo, los empleados de la eléctrica disfrutarán de una jornada flexible que se desarrollará entre las 7.30 horas y las 15.30 horas, con una horquilla de entrada y/o salida de 24 minutos. Además de mejorar la calidad de vida de los profesionales, que dispondrán de más tiempo libre, la medida favorecerá el incremento de la productividad de la Compañía, gracias a un aumento global de 500.000 horas de trabajo.
Para Iberdrola, la familia representa uno de los pilares esenciales en los que se sustenta el progreso social y económico. Conscientes de ello, la Compañía cuenta con una avanzada política para conciliar la vida personal y familiar, especialmente en los aspectos dirigidos a hacer compatible la maternidad con una carrera profesional de éxito. A través de esta firma, se amplían las medidas existentes con propuestas vanguardistas y que van más allá de la legislación vigente. En este sentido, cabe destacar aspectos como:
- La ampliación de 8 a 10 años de la edad de los hijos menores que dan derecho a la reducción de jornada por guarda legal.
- La subida a 3 años del período máximo de excedencia por cuidado de familiares con reserva de puesto.
- La adecuación de la organización para que los trabajadores a turnos puedan disfrutar de sus derechos de conciliación.
- La implantación de un complemento de hasta el 100% del salario fijo durante la suspensión del contrato por paternidad
- El mantenimiento, fuera de Convenio, tanto de la posibilidad de reducir la jornada a cinco horas diarias sin disminución alguna de salario, durante el periodo que va desde la incorporación de la baja maternal hasta que el hijo cumpla 1 año de edad, como los 15 días de permiso retribuido antes del parto.
Entre las líneas de actuación de nueva implantación recogidas en el IV Convenio Colectivo de Iberdrola Grupo figuran, además, beneficios para el personal de turnos, gracias a los cuales este colectivo acumulará dos días de permiso retribuido por cada año trabajado en turno cerrado, de forma que podrán adelantar su jubilación. Por último, otra de las ventajas del acuerdo, que tiene una duración de cuatro años (2007-2010), será la aplicación de un nuevo sistema retributivo ligado a la productividad, de forma que se tendrán en cuenta tres elementos: la evaluación del desempeño personal, el grado de consecución del beneficio neto objetivo de la Empresa y la formación del empleado en prevención de riesgos laborales.

Plan sobre Acciones para empleados
Asimismo, se ofrecerá un nuevo Plan sobre Acciones para todos los empleados afectados por este acuerdo. Esta iniciativa busca fortalecer su participación en el capital de Iberdrola, que cuenta con otros precedentes, ya que ha ofrecido en los últimos tres años a sus profesionales la posibilidad de recibir parte de la retribución variable en acciones en condiciones ventajosas.
Gracias a la firme apuesta por estar a la vanguardia en las políticas de Recursos Humanos, Iberdrola se ha convertido en 2006 en la primera compañía eléctrica española en recibir el certificado de Empresa Familiarmente Responsable, según la Norma 1000-1, otorgado por la Fundación + Familia y apoyado por el Ministerio de Trabajo y Asuntos Sociales.Este certificado, cuyo periodo de validez es de tres años, reconoce a las entidades que más contribuyen a la conciliación de la vida personal y laboral, a través de la valoración de distintos factores como la estabilidad en el empleo, la flexibilidad de horarios o el apoyo a la integración, a la familia y a la igualdad de oportunidades.

Um exemplo prático do poder das redes sociais 2.0

Logo após por o último post, surgiu-me este caso de Paul Potts, um desconhecido e timido vendedor de telemóveis que após participar e vencer no “Britain Got Talent” cantando uma ópera celebrizada por Luciano Pavarotti se tornou um campeão de vendas e de visualizações no não menos celebre You Tube.

Para os mais cépticos consultores e responsáveis de comunicação, fica um exemplo.

Nota final: vale a pena mesmo ver com atenção pois além de comprovar a força e dinâmica das redes sociais 2.0 é de facto marcante a sua interpretação e ainda mais sustenta a capacidade de acreditar nos nossos sonhos. Mesmo sem perceber italiano, estou certo que no minimo é arrepiante para todos.

FNAC
A final do programa foi vista por 13.5 milhões de pessoas, Paul Potts deixou júri e público completamente estupefactos e levando mesmo algumas pessoas às lágrimas. Este fenómeno chega a Portugal já no dia 12 de Outubro para simplesmente encantar e tocar na alma dos Portugueses, como tem feito em todos os países que já visitou nesta sua primeira Tour promocional. Paulo Potts já chegou a Nº1 de vendas na Austrália, UK, Nova Zelândia, Dinamarca, Irlanda, Noruega.

As diferenças entre as Relações Públicas do Sec. XX e XXI – não estaremos sozinhos!

O consultor Ivan Pino apresenta de uma forma original as principais diferenças de comunicar no sec XXI e dos suportes mais adequados para os fazer. A globalização da comunicação tem fomentado a massificação na forma de comunicar aumentando a capacidade de interacção.

Hoje não falamos só na pessoa mas em tudo o que a circunscreve. Falamos em redes sociais como o facebook ou hi5 e é esta envolvente que temos de analisar, definir e avaliar. Será que para um determinado público um investimento em outdoors com elevados custos terá mais impacto do que ter uma presença no hi5?

Hoje numa empresa não podemos encarar que estas circunstâncias só se adequam para o lazer ou para distracção fora de horas. São de facto suportes que devem ser incluidos no mix de comunicação da empresa.

O essencial mantêm-se e ira manter-se sempre: quem é o cliente? como vive e respira? onde está? como interage?

Onde estará colocada a sua marca?

Um dos meus bloggers de eleição, Darmano, organiza de uma forma muito prática a várias fases porque passa uma marca.

De uma forma simples, conseguimos facilmente enquadrar a nossa marca nesta hierarquia sendo que a lealdade se encontra no topo. É de facto um ponto cada vez mais complexo de conseguir mas que não deixa de ser o objetivo que deve ter cada estratégia.

Não é decerto a primeira compra que caracteriza a admiração por um marca mas a repetição da mesma.

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Um exemplo divertido de um guia prático web 2.0

A consultora de web 2.0 Sacha Chua apresenta um powerpoint inspirado numa experiência muito prática e empresarial do entendimento que tem sobre a prática da utialização da web social no local de trabalho.

Essencialmente, pode marcar a diferença na carreira de cada um onde com as novas tecnologias existirá maior facilidade em ser notado e lembrado pela comunidade de colegas e superiores das inciativas e valências.

Congresso Protocolo Pontevedra

Estive presente com o meu colega Jorge Remondes e a minha colega de Curso Jose no Congresso de Protocolo.

No dia em que estive, foi muito vocacionado para a vertente institucional de protocolo onde se denota o grande rigor que cada evento exige e acima de tudo as várias realidades. Eliane Ubillus, especialista em Protocolo explicou as várias realidades de dos países sul americanos.

Destaque também para o Prof. Fernando Ramos, meu orientador de doutoramento, por continuamente apresentar novos estudos agora na área de protocolo universitário.

Não é de facto uma área com que me identifique mas é um facto a constatação da sua importância para a imagem global de um País ou de uma empresa. O protocolo é transversal e por isso pode ajudar cada um a diminuir o grau de incerteza e de erro em cada evento onde a empresa ou a pessoa está presente.

PS. deixo aqui a apreentação de um dos meus profesores Daniel Marti, sempre com uma perspectiva diferente em cada tema que explora. É um sinal também que as novas tecnologias podem ser um importante aliado nestes eventos.

O que é uma marca? Como afecta o planeamento da comunicação corporativa?

Muito interessante esta pesquisa realizada por Javier Velilla no site Bits PR:

Asegura Marty Neumeier que una marca no cuadra con muchas de las ideas preconcebidas que tenemos:

Una marca no es un logo.
Una marca no es una identidad.
Una marca no es un producto.
Una marca “It´s not what you say it is, it´s what they say it is”.

Las marcas no se definen por la percepción que las empresas tienen de sí mismas sino -y es la clave- por el conjunto de opiniones individuales de sus audiencias. Es decir, no son lo que transmiten sino lo que logran hacer creer a sus audiencias.

Neumeier hace hincapié en una pócima basada en cinco elementos que se conjugan en un círculo virtuoso: diferenciar, colaborar, innovar, validar, y cultivar.

Diferenciar: dado el excesivo caudal de información que recibimos, nuestro cerebro actúa como filtro y urge diferenciar y focalizar.

Colaborar. Hay tres modelos para organizar la colaboración de marcas: el “one stop shop”, el “brand agency” y el ” integrated marketing team”.

Innovar: “Tobegin with, the brand needs a stand-out name”. Se relaciona el tener un símbolo, un icono, un avatar, un envase adecuado.

Validar: incorporar a la audiencia dentro del proceso creativo. Se afirma que “the best test are cheap, quick and dirty” y qué mejor una vaga respuesta a la pregunta correcta que una respuesta detallada a la pregunta errónea.

Cultivar: el negocio es un proceso, no una entidad. Las marcas son como las personas. Viejo paradigma: “control the look and feel of a brand”. El nuevo paradigma: “Influence the character of a brand”.

“How business are using Web 2.0” – Estudo McKinsey

A reputada empresa de consultoria McKinsey publicou um estudo realizado a cerca de 3000 empresários sobre a importância da comunicação 2.0.

O investimento nas empresas é especialmente vocacionado para ferramentas colaborativas que permititão um lehor fluxo de comunicação interna e de envolvimento com a missão da empresa.

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